quarta-feira, 2 de novembro de 2011
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Tribunal Regional Federal 1ª Região determina Leilão de Propriedade do Prefeito de Sento-Sé, Ednaldo dos Santos Barros (PSDB). De acordo com o processo nº 2006.33.05.005176-8, Assunto da Petição: DANO AO ERÁRIO - IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, em que consta a UNIÃO FEDERAL como autor e EDNALDO DOS SANTOS BARROS como RÉU, desde o dia 06/10/2011 no site do Tribunal Regional Federal 1ª Região (http://www.trf1.jus.br) encontra-se a designação do leilão do seu bem para pagar uma divida de R$ 26.938,17. Uma propriedade avaliada em R$ 40.800,00 (quarenta mil e oitocentos reais) denominada “Fazenda Esmeralda”. Este imóvel é objeto de penhora perante a Justiça Estadual da Bahia e de Pernambuco e Justiça Federal do Distrito Federal. 1º Leilão dia 10/11/2011. Não sendo arrematada no primeiro leilão fica para o 2º leilão dia 22/11/2011. O edital para os interessados encontra-se para pagina eletrônica. (http://www.lancecertoleiloes.com.br/VisualizarLeilao/Index/94). O choque maior dessa noticia está sendo para a população ligada ao Prefeito de Sento-Sé, ele veiculou a poucos dias em carro de som na cidade de Sento-Sé, que não tem nenhum problema com a Justiça, que é candidato “ficha limpa” para as eleições 2012. | |
| Fonte: Rádio Web Juazeiro Extraído do site: http://www.geraldojose.com.br |
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
06:06 | Postado por
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O Governo da Bahia assinou, nesta quinta-feira (27), em Salvador, um novo Termo de Compromisso com a União, através do Ministério de Minas e Energia (MME), e a Coelba, prorrogando o Programa Luz para Todos no estado até 2014. Para esta nova etapa, foi acordada a meta de mais 128 mil ligações, que depois de cumprida poderá ser complementada até que se alcance a universalização do fornecimento de energia elétrica na Bahia. Estimada em mais de R$ 1,6 bilhão, esta etapa do Programa será custeada com recurso da Conta de Desenvolvimento Energético – CDE (55%), a fundo perdido, recursos da Reserva Global de Reversão – RGR (10%), a título de financiamento à concessionária, ambos geridos pela Eletrobrás, e recursos próprios da Coelba. O Estado prestará apoio em questões como o monitoramento e avaliação da execução, a definição de prioridades de atendimento, identificação de novas demandas por eletrificação, licenciamento ambiental e melhoria de estradas vicinais para acesso as localidades. Participaram do ato, na Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar, o diretor presidente da Coelba, Moisés Afonso Sales, e o representante do Ministério de Minas e Energia, Marcelo Zonta Melani, dentre outras autoridades. | |
| Agecom Foto Ilustrativa Google | |
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
14:47 | Postado por
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Aconteceu na tarde do último sábado (15) a inauguração da eletrificação das comunidades de Língua de Vaca, Serrote e Cruz no interior do município de Sento-Sé. A solenidade contou com a presença de Robson Soares coordenador regional do programa Luz Para Todos, do ex-prefeito e diretor da CAR de Juazeiro, Juvenilson Passos, do ex-vereador Jackson Coelho (PT), vereador Marcelo Rodrigues, diretor da EBDA de Juazeiro, Osvaldo Lopes Ribeiro Júnior, lideranças políticas e comunitárias e população da comunidade e povoados vizinhos. A obra custou R$ 83.011,67 e beneficiou diretamente 16 famílias cujas comunidades viviam em plena escuridão. |
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
21:15 | Postado por
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O fato de o 4º Congresso do partido estabelecer critério étnico-racial na composição de suas instâncias impõe uma reflexão mais complexa sobre a questão racial, que não se resolve, sabemos, apenas do ponto de vista matemático, configurado nos 20%
Para uma interpretação mais correta da pergunta no título acima, é preciso se dar conta do processo naturalmente excludente dos não favorecidos na sociedade brasileira, no qual estão incluídos também naturalmente os negros. Um processo perverso que obscureceu visões e impediu por muito tempo a inadiável tarefa de transformação. Há muito somos protagonistas de uma luta que está no centro dos debates da sociedade contemporânea. Uma reflexão que leva a insistir na necessidade de aprofundamento do conhecimento da realidade, interrogando-nos a propósito de nossa própria contribuição para a afirmação de nosso objetivo maior, produzindo ideias que possam mudar o mundo ou reafirmar nossos valores diante de uma realidade adversa, pois restam poucas dúvidas sobre a ainda crescente violência contra o outro, o diferente na cor e, portanto, “ameaçador”.
Cida Abreu é secretária Nacional de Combate ao Racismo do PT
07:13 | Postado por
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Há quem diga que a primeira vez que a idéia da criação de um Partido dos Trabalhadores apareceu foi em julho de 1978, no Congresso dos Trabalhadores de Empresas de Petróleo, em Salvador, Bahia. Outros dizem que a decisão de formar o PT foi tomada em janeiro de 1979, no XI Congresso dos Metalúrgicos de São Paulo, realizado na cidade de Lins.
Naqueles anos, iniciava-se no Brasil o processo de abertura lenta e gradual, que marcava o começo do fim da ditadura militar. Levado pelas crescentes pressões populares e também pelo calendário do projeto de abertura, o regime lançou em dezembro de 1979 a reforma partidária. Procurava, assim, dividir as forças oposicionistas, garantir o apoio ao governo com a criação de um partido de centro (o Partido Popular) e assegurar a representação das classes trabalhadoras sob uma sigla "confiável", com o renascido PTB.
Mas o que o regime não previu foi o surgimento, independente dessas maquinações, do Partido dos Trabalhadores, baseado nas mobilizações do novo sindicalismo concentrado no ABC. Ao lado dos sindicalistas estariam também outras forças políticas e sociais: lideranças populares, muitas delas ligadas à Igreja progressista, lideranças democráticas, militantes marxistas independentes, setores de organizações de esquerda que haviam sobrevivido à repressão militar, intelectuais, lideranças dos trabalhadores rurais, parlamentares de esquerda oriundos do antigo MDB. A necessidade de uma organização política dos trabalhadores, autônoma e independente, estava no ar e muitos desses setores já defendiam, explicitamente, a construção de tal partido.
O movimento pró-fundação do PT desembocou, em 13 de outubro de 1979, numa reunião que aprovaria uma declaração política. Em 10 de fevereiro de 1980, a Comissão Provisória Nacional, reunida no Colégio Sion, em São Paulo, com mais de 2000 simpatizantes, aprovou o Manifesto do Partido dos Trabalhadores. Finalmente, em 31 de maio e 1º de junho de 1980, o PT realizou um Encontro Nacional, que aprovou seu programa e seu estatuto.
Declaração Política do Partido dos Trabalhadores
Após vários anos de resistência democrática, o fato mais novo vivido pela sociedade brasileira é a grande luta das massas trabalhadoras, em anos recentes, pela conquista de melhores condições de vida para amplos setores da população brasileira das cidades e dos campos. A prática dessas lutas que a ditadura não conseguiu impedir criou as condições para os primeiros passos na ruptura de alguns dos principais mecanismos repressivos em que se apoiou o regime de 1964: o arrocho salarial e a proibição do direito de greve.
Foi com o desenvolvimento dessas lutas que surgiu a proposta do PT, pois tendo de enfrentar o peso brutal da concentração de poder do Estado, que se voltou abertamente contra os seus mais legítimos interesses, tornou-se claro para os trabalhadores que só a sua luta econômica, ainda que muito importante, é insuficiente para garantir as aspirações de melhoria de vida para a maioria do povo brasileiro.(...)
A idéia do Partido dos Trabalhadores surgiu com o avanço e o fortalecimento desse novo e amplo movimento social que, hoje, se estende das fábricas aos bairros, dos sindicatos às Comunidades Eclesiais de Base, dos Movimentos Contra a Carestia às associações de moradores, do Movimento Estudantil e de Intelectuais às Associações Profissionais, do Movimento dos Negros ao Movimento das Mulheres, e ainda a outros, como os que lutam pelos direitos das populações indígenas. (...)
Assim, o Movimento pelo Partido dos Trabalhadores pretende se constituir em uma organização nacional de massas, formada por todos os setores interessados na transformação da atual ordem econômica, social e política. Cabe citar, além dos setores que atualmente o apóiam, alguns parlamentares do MDB mais comprometidos com as lutas das grandes maiorias da Nação e os setores da Igreja mais comprometidos com a libertação social.
O Movimento pelo Partido dos Trabalhadores não deseja, portanto, apenas propor soluções provisórias e imediatas às massas trabalhadoras, mas, antes, criar as condições para uma luta de médio e longo prazo pela democratização real da sociedade e não apenas das atuais instituições políticas. O PT luta para que todo o poder econômico e político venha a ser exercido diretamente pelos trabalhadores. Única maneira de pôr fim à exploração e à opressão.
Em conseqüência, construirá uma estrutura interna democrática, apoiada em decisões coletivas e colegiadas que garantam, efetivamente, a sua direção política e o seu programa a partir das decisões das suas bases. (...)
São Bernardo, 13 de outubro de 1979
Comissão Nacional Provisória do PT
- Jacó Bittar: presidente do Sindicato dos Petroleiros de Campinas/SP (coordenador da Comissão)
- Arnóbio Silva: presidente do Sindicato dos Bananeiros da região do Vale da Ribeira/SP
- Edson Khair: deputado federal pelo MDB carioca
- Henos Amorina: presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco/SP
- José Ibrahim: ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco/SP
- Luiz Inácio da Silva (Lula): presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo/SP
- Manoel da Conceição: ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pindaré-Mirim/Maranhão
- Olívio Dutra: presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre/RS
- Paulo Skromov: presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Couro e Plástico de São Paulo/SP
- Wagner Benevides: presidente do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais
- Ignácio Hernandez: metalúrgico, da Oposição Sindical de Belo Horizonte/MG
- Luiz Soares Dulci: professor, presidente da União dos Trabalhadores de Educação de Minas Gerais
- Francisco Auto: jornalista, de Fortaleza/CE
- Firmo Trindade: economiário, de Porto Alegre/RS
- Carlos Borges: gráfico, de Porto Alegre/RS
- Godofredo Pinto: diretor do Centro Estadual dos Professores, Rio de Janeiro/RJ
- Sidney Lianza: Rio de Janeiro/RJ
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